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domingo, 3 de abril de 2011

Teses incomuns de uma mente eloquente

Não há sentido pra escrever esse poema
Na verdade nunca há sentido para nada quando você sofre por amor
Ilogicamente eu olho para quadros distorcidos de faces tristes
Parecem kilometros de corredores com essas caracteristiscas
E corro dramaticamente contra o livre espaço pra nunca mais voltar
Me perdendo - me confundindo com os rostos que os quadros mostram
Não ouso pensar no passado - muito menos planejar algo que se chame de futuro
Ouvindo melodias tristes e pacatas eu me sento num ecstasy solitário
É uma chance de superar
Uma chance de amadurecer como eu nunca amadurecera antes
E sem ter um lugar pra me esconder do teu semblante
Me entrego ao clima sombrio que este corredor me traz
Ele nao tem fim e muito menos um começo
Como se fosse um ultimo ato de loucura tento me soltar
Quebrando todas essas faces que minha mente chegam a assombrar
Não posso mais me perder
Não posso mais fugir
Acreditar numa salvação talvez nao seja o melhor a se fazer
Mas fingir uma pseudo felicidade talvez seja a saida deste imenso pesadelo em vão
Como ondas de fraqueza eu caio pra não mais levantar
Penso em ti - como se isso fosse a unica coisa que fosse me acalmar
Grito pelo teu nome - Como se fosse a unica salvaçao a se encaixar
Grito meu ultimo "eu te amo" pois após tudo isso
Sei que meu coração eternamente irá congelar




A Beleza que o mundo em mim vê - Num passa de acontecimentos estupidos a um menino ingenuo com medo da solidão
Escrevo poemas não porque gosto
Mas porque meus sentimentos me impõem como se fosse uma obrigação
Não odeio quem faz me sentir assim
Muito menos deixarei de amar


E o blog volta a ativa pelo visto =)
Meu espirito de poeta parece ter se reativado
Welcome Back Mr Dark

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