É fato que no ano de 1748 (há exatamente 262 anos atrás) as coisas eram demasiadamente diferentes de hoje. Inicia-se a análise pelo poder (não tão forte, mas enfim, influenciadora) da Igreja Católica, da vestimenta pesada, pelo comportamentalismo educado (da alta sociedade), desesperador (da baixa sociedade) e o hipocritamente justo (da média sociedade). Mas o fulcro que tento alcançar aqui é a pequena (ou até mesmo inexistente) conhecimento sobre os meios de comunicação.
Montesquieu, ao escrever o espírito das leis, criou o que a maioria quase absoluta da filosofia diz ser perfeita, a tripartição dos poderes: O Executivo, Legislativo e Judiciário. A harmonia entre os três é, em termos altamente relativos, absoluta e perfeita (Um perfeccionismo defeituoso diga-se de passagem). Contudo, a introdução de um quarto poder, nunca imaginado pelo filosofo quebra a harmonia e a não intervenção de um poder em outro.
Tenho absoluta certeza de que não necessito citar nomes de empresas da mídia que sensacionalizam fatos, pessoas e ações. Levantar (e derrubar!!!) políticos ao poder, decidir julgamentos e "criar" leis já foram e são algumas das várias intervenções feitas pela mídia no sistema republicano brasileiro.
Através dos anos o poder da mídia tornou-se tão grande que esta não controla apenas a política e a o "senso de justiça". A moda, a opinião, as decisões pessoais, as músicas e qualquer gosto da população em geral (com exceções, raras, mas enfim, existente).
E eis a pergunta que, para ser sincero, atormenta minha mente quase que diariamente:
"Você apoia este poder concentrado? Se não, você não sente vontade de combatê-lo"
Jaz aqui um artigo, não de um economista ou filosofo, apenas de um pensador autônomo.

"A harmonia entre os três é, em termos altamente relativos, absoluta e perfeita (Um perfeccionismo defeituoso diga-se de passagem)" Concordo com o argumento. Raiva por nao saber fazer redações tipo tuh.
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